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Licença PETernidade: empresas dão folgas a ‘pais de pets’

Ao decidir pela adoção de um cão ou gato, colaboradores devem apresentar ao RH uma documentação que comprove a iniciativa para usufruir do benefício de dois dias livres para focar na adaptação do pet em seu novo lar.

Quando Savio Messias Estevan, de 24, decidiu adotar Maria Isis, ganhou dois dias de licença no trabalho. Esse benefício trabalhista ainda é pouco comum: afinal, Maria Isis é uma cachorrinha, e o operador de caixa na rede de petshop Petz, um ‘pai de pet’.

O período afastado do trabalho é oferecido para que o tutor ajude na adaptação do animal ao novo lar, minimizando, ou até evitando, a possibilidade de estresse e até mesmo algumas doenças.

Estevan, que mora em Natal (RN), disse que, no período, buscou observar o comportamento da cachorrinha para adaptar o ambiente para ela. “Pude evitar algumas situações como o xixi no tapete e consegui determinar o território que ela poderia ficar”, explica.

Fonte: g1.globo.com



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